Sinopse: Um ódio transformado em paixão
arrebatadora é a tônica deste romance previsível, porém fascinante, sobre a
história de uma bela milionária americana que se envolve com um líder de
guerrilheiros no México. Impulsiva,
mimada e apaixonada, a bela milionária Sheila Rogers, que vivia em Austin, no
Texas, contraria as expectativas de seus pais e foge para Juárez, no México,
com Brad Townsend, um homem bonito, envolvente, mas que nada mais era senão um
caça-dotes. A lua de mel do casal converte-se num verdadeiro inferno quando seu
marido é brutalmente assassinado e ela é sequestrada e levada, aparentemente
por um bando de pistoleiros, para um refúgio nas montanhas. É ali que Sheila
conhece Ráfaga, homem corajoso e idealista, que, como nas histórias de Robin
Hood, encarna a esperança de milhões de pessoas oprimidas, acostumadas a viver
sem comida, sem justiça e à mercê da vontade das autoridades locais. Logo, o
ódio se transforma numa paixão arrebatadora e a rejeição inicial, num amor
intenso e febril.
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Depois de ler e ouvir inúmeros
comentários positivos sobre a narrativa da autora Janet Dailey fiquei
extremamente curiosa para conhecer seu trabalho, sendo assim, na primeira
oportunidade que tive parei com minhas leituras atuais para ler o livro “A carícia do vento”, obra de estreia da
autora, um romance contemporâneo reconhecido mundialmente por sua trama
envolvente e sedutora, que de forma abrangente tem como tema principal a síndrome
de Estocolmo.
Assim que iniciei a leitura de
tal obra me vi capturada pela força dos sentimentos retratados, a autora
escreve de uma forma favorável ao envolvimento do leitor, que se perde diante
dos conflitos de emoções desenvolvidos na trama. A amplitude do livro é tamanha
que podemos avaliá-lo de diversas formas. Meu lado blogueira, me fez pesquisar
mais sobre tal publicação, imaginei o impacto da obra em 1979, ano em que foi inicialmente
lançada no Brasil, me perguntei como as leitoras da época receberam o livro, um
romance intenso, cativante e extremamente sensual, em que a paixão carnal se
funde com o amor em uma explosão de cenas marcantes. Indo além, passei a
enxergar a repercussão da obra diante desse gênero literário, de princípio, exclusivamente
voltado para o publico feminino, marcado até mesmo, por um preconceito sem
tamanho com relação ao conteúdo simplório dessas tramas, e então conclui que esse
romance é como um dos meus romances de banca preferidos, é forte, envolvente,
apaixonante e ao mesmo tempo, ingênuo em sua visão romancista da vida. As semelhanças
são tantas que, por aqui ele também foi lançado no formato de romance de banca,
fato que me fez pesquisar mais e descobrir que a autora possui outros livros
publicados no Brasil nesse mesmo formato literário.
O livro também despertou em mim a leitora
apaixonada por romances, aquela parte que todos temos espiritualmente romântica,
que se derrete com histórias de amor que nascem sob as piores circunstâncias e
que sobrevivem aos altos e baixos da vida. Sob esse ponto de vista, vejo em
Sheila Rogers uma jovem forte que em um cenário rústico e perigoso, distante da
civilização a qual ela está acostumada, se encontra nas mãos de um bando de
pistoleiros. Como prisioneira, ela é inserida em uma nova terra, local onde as
regras sociais as quais está acostumada não possuem valor algum. Nesse meio
tempo, ela amadurece, cria novos valores e encontra onde menos espera um grande
amor.
O enlace amoroso é rico em altos e baixos, não
encontramos uma trama fácil ou dócil - Sheila encontra seu verdadeiro amor?
Talvez, mas isso não ocorre de forma repentina ou simples, mesmo o romance
seguindo por trilhos previsíveis. Preciso salientar que Ráfaga, o grande nome
masculino da obra é misterioso o suficiente para criar em quem lê um sentimento
platônico de amor e raiva, sentimentos que como já sabemos, caminham
paralelamente. Além de romance, a trama também é repleta de ação e mais uma
vez, Ráfaga tem um papel decisivo nessa parte da história, enchendo-a de força
e magnitude. Avaliando o livro com o coração ansioso por um belo romance, me
deliciei com a obra, me envolvendo com os personagens e suas lutas internas, me
emocionei, me apaixonei e suspirei com a força que Sheila e Ráfaga nutrem.
Por fim, pelo último ponto de vista, avaliei a
escrita da autora como um todo: sua repercussão, a destreza com que ela aborda
o romance, os aspectos históricos inseridos na obra, e claro, a leveza da
paixão narrada. Sabe aqueles romances açucarados, e até em certo ponto
improváveis, que tanto gostamos? Pois bem, A carícia do vento se
enquadra nessa classe, em que o romance supera a lógica da história. E daí
se ela se apaixonou pelo homem que a sequestrou? Homem que a principio, pareceu
a distanciar de tudo o que ela mais amava? O amor da trama supera tais
aspectos, e esse é o ponto chave do livro, o romance é tão intenso que mesmo
quando somos guiados pela razão, acabamos por acreditar nele. Sendo assim, só
me resta indicar a obra a todos os apaixonados por romance, não tenho dívidas
que vocês se deliciarão com tal história.
Capas:
Quotes preferidos:
“Ela deu uma breve risada, olhando
para ele bem a tempo de ver um leve sorriso tocar a dureza da sua boca. O pulso
se acelerou ao ver o modo como o sorriso mudava as feições ásperas. Sheila se
deu conta do quanto ficara descontraída com ele, e se enrijeceu imediatamente,
tirando o braço da mão que a segurava levemente. Como é que poderia acha-lo tão
encantador?”
“- Se tivesse que fazer tudo de
novo, ainda faria a mesma escolha? - Quien sabe? A vida não permite que
se volte atrás nos caminhos, nem que se mude de direção. O hoje pode mudar o
amanha, mas não o ontem.”
“Naquele momento, senti um desejo
como nunca senti antes. Pensei em satisfazê-lo, possuindo-a. Mas possuí-la uma
vez era como beber água do mar. Descobri que tinha que ter mais do que o seu
corpo. Queria o seu pensamento, coração e alma.”



Que lindo , adorei a resenha ...
ResponderExcluirAchei a história interessante, apesar de ter ficado com um pé atrás quando tu falou de ele ser açucarado..
ResponderExcluirhehehhe
Mas mesmo assim, acho que irei me aventurar por essas páginas...
Só não curti as capas..
hehehehe
Att. Lika
www.fernandameireles.com
Amo esse livro. Esta na lista dos melhores que já li.
ResponderExcluirJa li outros desa autora..mas nenhum se cmara a este.
A ultima passagem do livro..tbm eh emocinante.
Adoro esse livro. Li faz tempo.
ResponderExcluirJá li outros livros da autora e gostei.
Beijos,
Carissa
http://artearoundtheworld.blogspot.com
Não li o livro, mas eu me apaixonei foi pela resenha. Sim, e daí que ela se apaixonou?! Todas nos apaixonamos por histórias de amor improváveis.
ResponderExcluirliliescreve.blogspot.com
Olá flor, esse tipo de livro não estou acostumada a ler... Vou deixar a página aberta para eu ler mais tarde. E Não esquecer.
ResponderExcluirBaby lhe enviei um e-mail com os dados do sorteio em grupo.
Abraços. Mar
www.imaginayre.com.br
Nossa, o livro deve ser realmente lindo, mesmo sendo "açucarado" vou procurar para ler, mas vai demorar ainda, tenho tantos livros na frente!
ResponderExcluirMas já está na minha lista de "vou ler".
Ótima resenha, bjs.
http://viajantedasletras.blogspot.com.br/
Eu li esse livro bem nova e até hoje é um dos meus favoritos, embora romance não seja o meu tipo literário predileto.
ResponderExcluirE se você gostou desse não pode deixar de ler "Amante Indócil". De verdade não sei escolher qual dos dois é melhor.
Gêmea, a primeira vez que eu li esse livro eu tinha uns 15 anos e eu fiquei um tanto quanto surpresa com ele por causa das cenas bem sensuais.
ResponderExcluirDe qualquer forma, eu lembro que me envolvi ao extremo com a história, chorei que nem bebê na cena do castigo, lembro de sentir em mim a dor do Ráfaga em estar dividido pelo dever e pelo amor.
É um livro muito bom mesmo e eu nem sabia que existia em formato de banca! O meu é livro mesmo, em capa dura ;)
Beijão!
Esse livro eu tenho ele em formato de banca,é a segunda foto com a capa branca.Muito linda a história.Eu sempre me apaixono pelos personagens e o Rafaga é um deles.
ResponderExcluirPretendo ler mais livros da Janet,as histórias dela parece ser o tipo de romance q eu gosto.
O romance é lindo! Já li 3 vezes: a primeira vez foi aos 15 anos,e me surpreendi ao saber que hoje, aos 39, ainda consigo me emocionar e me excitar com a estória. Ráfaga é extremanente sedutor,a personificação do homem que a maioria de nós mulheres sonhamos.Cavalheiro,másculo,bonito,sensual e apaixonado.Tem momentos em que dá muita raiva dele,mas ele sabe como compensar com outros de muita sedução.E Sheila é como se fosse eu,como se fôssemos nós,pois eu agiria da mesma maneira que ela,com toda certeza!Parabéns,Janet Dailey!
ResponderExcluirLi umas 03 vezes esse livro, sempre me emocionando. Uma parte do livro que marcou foi quando ela engravidou que ele diz que já sabia pela silhueta do corpo dela... lindo demais. Esse fato aconteceu com meu irmão, minha cunhada qdo ficou gravida ele saiu falando para todos mesmo antes dela confirmar, dizia ele que o corpo dela havia mudado.. coisa de homem pra lá de apaixonado.
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