Minha Caixinha de Correio #32


Boa Tarde galera, tudo bem? Animados para o final de semana? Bem, hoje é dia de caixinha de correio aqui no blog. Temos muitos livros de parceria e várias cartinhas “MEGA” fofas. Vamos conferir?


Agradecimentos
Beijo especial
Van
Posts citados:


Até,



Fuxicando sobre Chick-lits - [Especial: Romances Históricos]


"Chick-lit" é um gênero literário que abrange a vida da mulher moderna, sendo voltado, principalmente, para o sexo feminino. São romances leves, com um toque de humor, que narram o quotidiano e entram fundo nas dúvidas e emoções das personagens, transmitindo, normalmente, a sensação de estar lendo o relato de uma amiga. As história nesses livros poderiam facilmente ser uma conversa entre garotas ou mulheres, na qual há compartilhamento de sonhos, segredos, confissões. 





Oi gente!

O post de hoje está pra lá de especial!

Como vocês puderam perceber, ao longo dessa semana, a minha chefinha e gêmea querida vem fazendo uma série de posts sobre a diva Jane Austen para o Especial de Romances Históricos, tema dessa semana.
Assim, o Fuxicando Sobre Chick-Lits de hoje não poderia ser diferente!



Agora, vocês devem estar se perguntando: mas o que os chick-lits tem a ver com a Jane Austen? Chick-lit não é livro moderno e atual? 
É claro que se compararmos as obras de Austen com qualquer livro contemporâneo, eles serão completamente diferentes. Porém, minha proposta hoje é a de tentarmos enxergar os livros dessa grande escritora segundo a ótica de sua época.





Motivos para classificar Jane Austen como uma representante dos chick-lits no Século XIX:


  • Ao pé da letra, "Chik-lit" significa "Literatura de Mulherzinha". Os livros de Jane Austen, até os dias de hoje, têm como principal público alvo as mulheres;
  • O humor e a ironia são características comuns aos chick-lits e aos livros de Austen;
  • Ambos os tipos de livros têm mulheres como protagonistas;
  • A leitura nos dois tipos é leve;
  • A linguagem utilizada em cada um é característica das épocas em que foram escritos;
  • Há uma boa representação da época vivida, bem como de seus costumes;
  • Na época em que Jane Austen era viva, os romances não eram vistos como obras literárias de qualidade pela maioria conter muitos clichês e ser considerada fútil. Os chick-lits, da mesma maneira, são vistos muitas vezes com preconceito nos dias atuais por serem considerados vazios e, também, recheados de clichês.



Foi possível estabelecer um paralelo entre ambos?


Não estou aqui dizendo que Jane Austen é uma precursora dos chick-lits, até porque o humor em seus livros é muito mais por um propósito crítico do que por entretenimento, como ocorre no gênero contemporâneo. Porém, ainda assim, consigo aproximar os dois tipos através dos pontos acima citados e minha intenção era tentar fazer com que vocês também passassem a enxergar essas possíveis semelhanças da mesma maneira que enxergo.

Espero ter sido bem sucedida em meu propósito e que tenham gostado do post!

Beijo grande a todos,






[Especial] O que Jane Austen faria?


Especial Mês dos Históricos
Olá galera, tudo bem? Como vocês já sabem o Livros & Fuxicos tem como foco privilegiado para essa semana a Jane Austen, autora reconhecida mundialmente pela qualidade peculiar de seus romances. Sendo assim, quando eu estava selecionando os tópicos que abordaria nesse especial, parei para pensar em como os temas abordados pela autora em suas obras são atuais, em como ela encanta os leitores com sua forma direta e inteligente de ver o mundo ao seu redor, então me perguntei, se Jane Austen tivesse vivido no século XXI e não no século XIX, como ela interpretaria nossa sociedade? Como isso influenciaria suas obras? Ou sua vida? Assim, o ponto principal do post de hoje é - O que Jane Austen faria?
Antes de imaginar o que ela faria, precisamos compreender o que ela já fez. Em uma sociedade particularmente machista e principalmente, patriarca, ela se deixou guiar por seus sonhos e tentou de várias formas ter o prazer de ver pelo menos um de seus romances publicados. Os relatos de sua vida deixam claro que essa não foi uma tarefa fácil - Nem nos dias atuais publicar um livro é fácil, não é mesmo? - Uma opção seria desistir, mas não foi o que ela fez. Determinada e focada, deixou de lado até mesmo sua vida amorosa para lutar por seus verdadeiros ideais, e o resultado disso é um legado imensurável, romances que independente da época fazem parte da lista de leitura de várias pessoas por todo o mundo. E ainda tem mais, seu legado não é demonstrado apenas por suas obras, mas pela influência que elas geram em seus leitores. Seus livros já serviram de inspiração para outras histórias, para filmes, séries e até mesmo para especiais em blogs literários (risos).

Alguns livros conhecidos aqui no Brasil por se basearem nas obras de Jane Austen, são, por exemplo, “Aprendi com Jane Austen”, “Jane Austen - A vampira” e o “Eu fui a melhor amiga de Jane Austen”. Todos são livros contemporâneos que de certa forma, deram uma roupagem jovial romancista e até mesmo sobrenatural para as histórias originais da autora supracitada.

  
Nos Estados Unidos esse tipo de influência é ainda mais comum. Sabe a autora do livro Lonely Hearts Club, a Elizabeth Eulberg? Ela não resistiu e publicou um livro intitulado Prom & Prejudice”, uma versão colegial de Orgulho e Preconceito. O livro deve ser uma delícia, assim que vi a sinopse fiquei mega curiosa. 

E tem mais, o "Sass & Serendipity" da autora Jennifer Ziegler  que é uma versão moderna de Razão e Sensibilidade, o “Epic Fail” da Claire LaZebnik que também é uma reedição colegial de Orgulho e Preconceito, ou até mesmo o “The Man Who Loved Pride & Prejudice” da autora Abigail Reynolds, que é uma versão de Orgulho e Preconceito, mas nesse caso, mais adulta.  

  
Fora os milhares de livros que vemos por aí, nos sites americanos, aqueles que não conhecemos, mas que ao ler a sinopse vemos logo de cara a ligação direta ou indireta com as obras de Jane Austen.

  

  

Mas como já disse anteriormente, essa influência não se resume aos livros, Jane Austen também está constantemente nas telinhas. Não vou falar aqui dos filmes baseados puramente nas obras de Jane, esses são clássicos e por esse motivo, são bem conhecidos, mas temos filmes e séries que dão o que falar por abordarem a influência dos livros de tal autora, como por exemplo, o filme “O Clube de leitura de Jane Austen” - Que é baseado em um livro com esse nome, e a série “Lost in Austen”.


O filme nada mais é do que uma representação de como as obras de Jane Austen podem influenciar seus leitores. Amor, renovação, perdão. Tudo isso com uma boa dose de drama e muita citação dos livros da Stª Jane.



Já a série é capaz de nos transportar ao mundo de Orgulho & Preconceito, a protagonista mergulha na história e quando vê, está cara a cara com os seus personagens favoritos do livro. Já imaginou dar de cara com o Mr. Darcy?



O fato é simples, Jane Austen já fez algo: influenciar milhares de leitores, tanto com suas obras, quanto com os livros, filmes e séries criadas sobre a influência das mesmas. Agora, a grande questão. Como ela exerceria tal crédito sob tantas pessoas se vivesse nos dias atuais? Talvez as condições sociais a levassem por outros caminhos, quem sabe realmente se ela se sentiria tentada a escrever histórias para divertir sua família, histórias essas que no futuro a tornariam uma grande autora? O fato é que, isso é imprevisível, contudo, seria uma opção não é mesmo?
Orgulho & Preconceito é um clássico que de forma simples, descreve a sociedade inglesa e seus costumes preconceituosos. Assim, uma Jane Austen atual, poderia sim escrever um livro, uma obra baseada nas diferenças econômicas atuais, que falasse sobre o preconceito tão comum de nossa sociedade, sendo ele baseado no credo, religião ou raça de determinada pessoa.
Mas, se ela não escolhesse o caminho da carreira como escritora, sei exatamente o que Jane Austen seria - Uma crítica literária! Com sua visão direta e opinião forte, ela iniciaria como uma blogueira, fazendo resenhas, escrevendo textos críticos sobre a literatura do século XXI, divulgando sua opinião e tentando desmistificar o preconceito existente com certas obras. Seu trabalho como blogueira a levaria para trabalhar com grandes editoras, e as obras escolhidas ou revisadas por ela estariam sem dúvida, em nossas estantes.
A conclusão é simples, ela continuaria nos influenciando. Independente da época em que ela viveu Jane Austen possui algo que a diferencia, um brilho em seu espírito que com certeza a faria atingir o sucesso. Não concordam?
“A vaidade e o orgulho são coisas diferentes, embora as palavras sejam frequentemente usadas como sinônimos. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho relaciona-se mais com a opinião que temos de nós mesmos, e a vaidade, com o que desejaríamos que os outros pensassem de nós”. - Jane Austen
Espero que tenham gostado da brincadeira. E me digam, para vocês, o que Jane Austen faria no século XXI?




[Fuxico] Revelava a capa de Amante Libertada – J. R. Ward + Trecho de Lover Reborn


Bom Dia galera, tudo bem? 
Entrei rapidinho na net e acabei me deparando com uma ótima notícia! A editora Universo dos Livros revelou a capa do nono livro da série Irmandade da Adaga Negra. A obra, intitulada Amante Libertada tem previsão de lançamento para o final de abril.
Payne, irmã gêmea de Vishous, veio da mesma escuridão que seu irmão: uma lutadora por natureza,e uma dissidente quando se trata da tradicional regra das Escolhidas, onde não há lugar para ela do Outro Lado… e nenhum lugar para ela na linha de frente da guerra, também. Quando ela sofre uma lesão que a paraliza, o humano cirurgião Dr. Manuel Manello é chamado para tratá-la e ele logo é sugado para seu secreto e perigoso mundo. Embora ele nunca tenha acreditado em vampiros, ele se vê disposto a ser seduzido pela poderosa mulher que marcou seu corpo e sua alma. Quando os dois encontram muito mais do que uma ligação erótica, ambos os mundos humano e vampiro colidem… assim como uma dívida secular alcança Payne e coloca tanto ela quanto seu amor em um perigo mortal.
Confiram também a capa original do livro:
Eu gostei muito da capa nacional. E vocês, o que acharam? Para quem ficou curioso, a editora também disponibilizou um trecho do livro:

E não acabou por aí, ontem na página do Facebook da série Irmandade da Adaga negra conferi um post incrível do site Peixinho Prateado (AQUI) sobre o próximo livro da série - o Lover Reborn. A autora do site deu vários spoilers sobre tal livro, postando alguns trechos da trama. Um deles não tem nada de spoilers, mas nos deixa com uma baita vontade de ler o livro, para quem já leu Amante Meu, confira o que nos aguarda no décimo livro da Irmandade da Adaga Negra:

"Quando você era pequeno, você pensava que tempo era um fardo, algo para ser desperdiçado o mais rápido possível para que você pudesse ser um machinho. Mas isso é uma armadilha: quando você é adulto, você se dá conta de que minutos e horas eram as coisas mais preciosas que você tinha. Ninguém tem a eternidade. E foi um puta crime desperdiçar o que lhe foi dado. Chega, Qhuinn pensou. Chega de desculpas, e de evitar, de tentar ser outra pessoa, qualquer pessoa. Mesmo se ele for rejeitado, mesmo se seu precioso pequeno ego e seu coraçãozinho bunda-mole for destruído em um milhão de pedaços, já é tempo de parar com a palhaçada. Já é tempo de ser macho. Enquanto Blay começava a se endireitar, como se a mensagem tivesse sido recebida, Qhuinn pensou 'Tá certo, cara.' Nosso futuro chegou."

Ok, momento tietagem geral – Gente, que isso, morri agora! Não vejo a hora de ler Amante Libertada e então, poder me deliciar com o aguardado Lover Reborn. E que venham os novos livros da Irmandade e se você ainda não acompanha a série, corre que os livros são ótimos!
Até,


[Resultado] Promoção Terra Ardente


Olá galera, tudo bem? Hoje vamos divulgar o resultado da promoção Terra Ardente, realizada pelos blogs Livros & Fuxicos e o Minha Vida Literária  em parceria com a querida Janice Diniz. A promoção estava imperdível, com um kit contendo o livro, um marcador do mesmo e um anel diferente, no estilo exato dos caubóis de Terra Ardente, assim, com um Kit tão especial como esse, tivemos várias participações e nós ficamos muito felizes com isso! Obrigada a todos que participaram. Agora, chega de enrolar, e vamos ao resultado... 
O sortudo é:



                      Parabéns Driely M. Almeida
Vamos entrar em contato com você solicitando seu endereço por e-mail, caso você não responda dentro do prazo anteriormente estipulado, será realizado um novo sorteio.
Até,



Fuxicos & Futricos #30


Especial Mês dos Históricos
Olá Galera, tudo bem? Com a concessão da querida Paulinha, eu (Paola), invadi a coluna semanal do Fuxicos & Futricos e resolvi fazer um post especial sobre a Jane Austen, autora homenageada da semana. Ontem, falei um pouco sobre suas obras e sua história de vida - Para quem não viu o post, clique AQUI - e hoje, vamos conhecer um pouco mais sobre o livro e o filme Orgulho & Preconceito, um dos maiores sucessos da autora.
Orgulho e Preconceito - O Livro
Já resenhei o livro Orgulho e Preconceito aqui no blog, mas quando se trata de Jane Austen, não tem como deixar de falar de tal obra. O livro é simplesmente delicioso. Com uma narrativa rica em detalhes a respeito da sociedade Inglesa do século XIX, cada característica descrita pela autora é capaz de nos envolver aos costumes da época, fazendo com que possamos absorver em totalidade cada minúcia da trama. Para quem não sabe, o livro narra a história de Elizabeth, uma das cinco irmãs integrantes da humilde família Bennet. Inteligente e espirituosa, ela pode ser facilmente considerada uma jovem com pensamentos avançados para sua época e é exatamente a sua personalidade inquietante que instiga o arrogante Sr. Darcy. Dono de uma abastada fortuna e detentor de uma posição social avantajada, logo de inicio o jovem apresenta um grande preconceito pela família Bennet, e por esse motivo, acredita que as jovens não são dignas de sua atenção, contudo, ao desprezar uma delas, ele descobre que o amor não escolhe classe social e que por esse sentimento, somos completamente capazes de nos transformar.
O ponto forte da narrativa de Orgulho e Preconceito está no amadurecimento dos personagens, na natureza orgulhosa e preconceituosa de cada um deles e nos esforços que eles fazem para se transformar. A grande questão (intrínseca) da obra é a batalha entre o dever que temos em seguir os padrões sociais e a necessidade de abandonar tais convenções para seguir em busca da felicidade. Por este motivo, o romance é tão forte e emocionante para vários leitores, porque é real, belo e principalmente puro. O sentimento que os personagens nutrem é utópico e belo de se ler.  
"Sei que é generosa de mais para fazer pouco de mim. Se os seus sentimentos são ainda os mesmos que manifestou em Abril passado, diga-me imediatamente. O meu amor e os meus desejos permanecem inalterados; mas basta uma única palavra sua para que nunca mais lhe fale no assunto."  
Já o filme...

A adaptação do livro Orgulho & Preconceito para as telinhas lançada em 2005, sem dúvidas é uma das versões mais conhecidas da obra. Alguns fatos que colaboram para tal reconhecimento são: a escolha do elenco, a clareza do roteiro e a preocupação com a adequação da obra no processo de transformação da história em filme. Para quem lê, é difícil assistir uma adaptação literária sem se decepcionar com algum detalhe - sempre temos a impressão de que ficou faltando algo, ou que a mesma não foi capaz de transmitir a grandiosidade dos sentimentos presentes na leitura - contudo, isso não ocorre com Orgulho e Preconceito. O filme foi muito bem feito, de forma que adaptação enriquece e complementa a leitura, e não o contrário. Claro que o filme não substitui a obra, afinal, existem elementos que só podem ser vivenciados com a leitura, no entanto, essa adaptação é digna de emoção, bom humor e muito romance. O que faz dela não a adaptação de um clássico, mas sim, a representação do mesmo.


  Livro + Filme = Muita Emoção
      

 

 

  

Ler o livro e depois ver o filme de Orgulho & Preconceito nos enche de emoção. Ao ler, vivenciamos o amor presente na narrativa e ao assistir o filme, o vermos nascer, ao mesmo tempo em que desfrutamos das emoções anteriormente presenciadas na leitura. Achei um vídeo do filme com a música Here Without You, do 3 Doors Down. A música é linda, e se adéqua totalmente ao sentimento de emoção presente tanto no livro, quando no filme. Confiram:





Por hoje é isso. Gostaram? 
Aproveito para agradecer a Paulinha que permitiu que eu me “apropriasse” de sua coluna nessa semana e claro, faço as honras de seu aniversário que foi dia 25. Paulinha, Parabéns! Muitas felicidades, que Deus te ilumine e conceda a ti muitas graças. Você é muito especial!
Até, 



[Promoção] Sem Censura


Olá galera, tudo bem? Sabemos que alguns leitores ainda possuem muitas dúvidas na hora de optar por ler um romance adulto.  Os questionamentos com relação ao texto giram em torno do linguajar utilizado na narrativa que, em sua maioria, não priva o leitor de cenas mais sensuais. Sendo assim, alguns blogs se juntaram para desmistificar o preconceito que gira em torno de tal literatura, e o primeiro passo é uma MEGA promoção com livros desse gênero.
Sendo assim, serão sorteados 8 livros:


Filha da Tempestade; Amante Desperto; Belíssima; O beijo da Meia Noite; Quase Verdade; Amante da Fantasia; Rosa do Inverno e A Caminho da Sepultura.
Gostou? Para participar você deve:
- Seguir TODOS os blogs participantes da promoção;
Livros & Fuxicos (Você está aqui)


- Comentar em UM dos posts da promoção;
- Possuir endereço de entrega no Brasil;
E se quer chances extras você pode:

- Seguir o Twitter dos Blogs;
- Curtir os blogs no Face; e
- Divulgar a promoção nas redes sociais.

*As regras e chances extras podem ser visualizadas de forma específica no formulário, no qual a cada nova chance você acumula pontos para o sorteio.


[Especial: Romances Históricos] Perfil do Autor


        Especial Mês dos Históricos 

Olá galera, tudo bem? Dando continuidade ao mês dos Romances Históricos aqui no blog, resolvi dedicar uma semana especial para a maravilhosa - se me permitem o elogio, Jane Austen, autora de seis romances históricos reconhecidos mundialmente - que ao contrário de muitas obras, perduraram ao decorrer dos anos, popularizando-se cada vez mais entre os leitores de todo o mundo e das mais variadas idades.
Biografia
Jane Austen (1775 - 1817)

“Um dos maiores nomes da literatura inglesa, ao lado de Shakespeare, Jane Austen começou a manifestar talento para as letras ainda na adolescência. Assim como seus personagens, Jane Austen cresceu em uma zona rural na Inglaterra entre a classe abastada e religiosa. Nasceu na casa da paróquia se Severton, Hampshire, Inglaterra tendo o pai sido sacerdote e vivido maior parte de sua vida nesta área. Ela teve seis irmãos e uma irmã mais velha, Cassandra, com a qual era muito intima. Em 1801 a família mudou-se para Bath. Com a morte do pai em 1805, Jane, sua irmã e a mãe mudaram-se para Chawton, onde seu irmão lhes tinha cedido uma propriedade (uma cottage). Em 1795 teve um flerte com Thomas Lefroy, mas não há evidência de que tenha sido algo sério. Jane nunca se casou. Aos 17 anos, escreveu seu primeiro romance, Lady Susan, uma paródia do estilo sentimental de Samuel Richardson. Seu segundo livro, Pride and Prejudice (1797), em português Orgulho e Preconceito, tornou-se sua obra mais conhecida, embora, inicialmente, tenha sido malvisto pelos editores, o que levou por algum tempo ser descriminada no meio editorial. Depois conseguiu publicar o romance Sense and Sensibility(1811),  cujo sucesso levou à publicação, ainda que sob pseudônimo, de obras anteriormente recusadas. Vieram ainda outros grandes sucessos como Mansfield Park(1814) e Emma (1816) em um estilo menos ágil e humorístico, porém ganhando em serenidade e sabedoria, sem perda de sua típica ironia. Morreu em Winchester, um ano antes de serem publicadas as obras Persuasão  e Abadia de Northanger, uma deliciosa sátira, escrita na juventude, ao gênero truculento da novela gótica. Seu poder de observação do cotidiano forneceu-lhe material suficiente para dar vida aos personagens de suas obras, e a crítica considerou-a a primeira romancista moderna da literatura inglesa”.

Obras
As obras da autora podem ser divididas em três classes: Obras Principais, Obras Curtas e Obras da Juvenília.
As obras principais são aquelas publicas e reconhecidas mundialmente:
·         Razão e Sensibilidade (1811);
·         Orgulho e Preconceito (1813);
·         Mansfield Park (1814);
·         Emma (1815);
·         A Abadia de Northanger (1818) - póstuma e;
·         Persuasão (1818) - póstuma.

 

 

  


Já as Obras Curtas e Obras de Juvenília foram escritas pela autora em sua juventude, com a única intenção de divertir sua família. As da classe de Juvelínia, foram publicadas pela editora Juvelínia Press.
Obras Curtas
Lady Susan (1794, 1805) – Um romance epistolar {Leia AQUI}
Os Watsons – 1804 - Romance inacabado da autora (Finalizado e publicado por sua sobrinha na metade do século XIX)
Sanditon - incompleta (1817)
 


Obras de Juvenília
Love and Freindship (Amor e Amizade) - 1790
The History of England (A história da Inglaterra) – 1791
Sir Charles Grandison - sua única peça teatral, escrita provavelmente em 1791 ou 1792 e publicada somente em 1980.
Catharine, or the Bower (Catharine ou o Caramanchão) – 1792. Uma tentativa do primeiro romance de Jane Austen.
The Three Sisters  (As Três Irmãs) - Um romance epistolar
Henry e Eliza: A Novel
Edgar & Emma
As Aventuras do Sr. Harly - Três peças curtas escritas por Jane Austen para os seus irmãos
Evelyn  - A triste história da bela Rose
Lesley Castle (O Castelo Lesley) -  um romance inacabado.
Jack e Alice - Um romance em nove capítulos
Frederic e Elfrida - Uma novela em Cinco Capítulos
The Beautifull Cassandra (A bela Cassandra) -  Um romance em doze capítulos.
Curiosidades
A única imagem de Jane Austen considerada autêntica é uma reinterpretação de uma ilustração originalmente feita por sua irmã, o retrato foi realizado para ilustrar as “Memórias de Austen-Leigh”. Tal imagem atualmente se encontra na Galeria Nacional de Arte em Londres.
A "cottage" em Chawton onde Jane Austen viveu, hoje abriga uma casa-museu.
A casa-museu Jane Austen é um museu independente administrado pelo "Jane Austen Memorial Trust" e consiste em uma casa em estilo arquitectónico Georgiano, situada na pequena localidade de Chawton, nos arredores de AltonHampshire,Inglaterra (cerca de 80 quilômetros a sudoeste de Londres). Foi a ultima morada de Jane Austen, que viveu ali entre 1809 e 1817 com sua mãe e irmã Cassandra. Jane Austen trabalhou aqui na revisão dos manuscritos de "Sense and Sensibility", "Pride and Prejudice" e "Northanger Abbey" e escreveu "Mansfield Park", "Emma" e "Persuasion"
Fonte: Wikipédia
Imagens do Museu:
 







Agradeço e cedo os devidos créditos de boa parte das informações desse post ao blog Descobrindo Jane Austen. Eles arrasam na qualidade e na quantidade de informações publicadas sobre a autora.
Quer concorrer a um livro com três obras da Jane Austen? Então participe da promoção “Eu Amo históricos” que está rolando aqui no blog.
Até,