fevereiro 11, 2016

[Resenha] O Rouxinol – Kristin Hannah

“Neste épico passado na França da Segunda Guerra, duas irmãs se afastam por discordarem sobre a ameaça de ocupação nazista. Com temperamentos e princípios divergentes, cada uma delas precisa encontrar o próprio caminho e enfrentar questões morais e escolhas de vida ou morte.” – Christina Baker Kline, autora de O trem dos órfãos França, 1939: No pequeno vilarejo de Carriveau, Vianne Mauriac se despede do marido, que ruma para o fronte. Ela não acredita que os nazistas invadirão o país, mas logo chegam hordas de soldados em marcha, caravanas de caminhões e tanques, aviões que escurecem os céus e despejam bombas sobre inocentes. Quando o país é tomado, um oficial das tropas de Hitler requisita a casa de Vianne, e ela e a filha são forçadas a conviver com o inimigo ou perder tudo. De repente, todos os seus movimentos passam a ser vigiados e Vianne é obrigada a fazer escolhas impossíveis, uma após a outra, e colaborar com os invasores para manter sua família viva. Isabelle, irmã de Vianne, é uma garota contestadora que leva a vida com o furor e a paixão típicos da juventude. Enquanto milhares de parisienses fogem dos terrores da guerra, ela se apaixona por um guerrilheiro e decide se juntar à Resistência, arriscando a vida para salvar os outros e libertar seu país.

Romance; Drama | 432 Páginas|  Cortesia
Editora Arqueiro| Skoob |
Compare & Compre: SubmarinoSaraivaAmazon | Classificação 5/5
O Rouxinol foi meu primeiro contato com a escrita da Kristin Hannah. Já havia lido inúmeros comentários
positivos sobre a narrativa da autora, porém por mais que eu soubesse que suas
histórias são conhecidas por tocar o leitor, confesso que não estava preparava para
uma leitura tão intensa. Além de uma escrita particularmente tocante, em O Rouxinol também nos deparamos com um
cenário dramático e reflexivo por si só: a Segunda Guerra Mundial. Mas o
diferencial é que a trama traz como protagonistas duas mulheres e aborda os
papéis que elas assumem durante a guerra – uma lutando para manter a família
unida enquanto espera pelo regresso do marido, e a outra conspirando contra a
dominação, lutando pelo bem do seu país, e provando o quão poderosa uma mulher
pode ser (mesmo em um cenário de fome, preconceito e morte). Unindo um período
histórico doloroso e duas mulheres que fazem de tudo pelos que amam e por seus
ideais,
Kristin Hannah dá vida a uma história arrasadora.


A história gira
em torno das irmãs Isabelle e Vianne e intercala presente e passado – o
presente de uma delas (não sabemos qual) que é assombrada pelos erros do
passado e pela velhice que chegou e cobra seu preço, e o passado que conta como
as irmãs lutaram com todas as forças contra a dominação imposta pelos alemães à
França durante a segunda guerra mundial. A narrativa do presente é um bálsamo
para o leitor, pois através dela sabemos que
pelo menos uma das irmãs
sobreviveu aos horrores da guerra. Claro que é doloroso compreender o preço
alto que viver exigiu delas, afinal as memórias de guerra continuam vivas na
irmã que descreve o presente, porém essa pequena esperança – e a curiosidade de
descobrir quem é a irmã misteriosa – move o leitor durante toda a narrativa. Já
a descrição do passado, que toma quase noventa por cento do livro, é
assustadora. Logo no começo da guerra a França foi dominada pelos alemães. O
governo divulgou a dominação como uma aliança, mas com o passar dos anos os
franceses viram seus homens partirem para guerra, seus recursos naturais serem
esgotados, suas casas serem invadidas, seus bens serem saqueados, e suas
mulheres e crianças morrerem de fome ou serem abusadas das piores formas
possíveis. E as irmãs passaram por tudo isso: roubo, separação, abuso, fome,
perdas. Vianne, dona de uma propriedade grande e com uma bela e saudável horta,
vê seu marido partir, sua casa ser saqueada e dominada por um alemão que vai
“morar” com ela, e sua filha crescer com fome e dor. Já Isabelle não resiste ao
abuso da Alemanha e se afilia ao partido comunista, mergulhando em perigosas
missões que buscam diminuir a força do governo alemão. Sendo assim, Vianne e
Isabelle – cada uma a sua própria maneira – precisarão aprender a lutar contra
a guerra, a não desistir de ter fé, e a restaurar o laço fraterno que as une.
Perda, luta, amor e perdão… Elas vão passar anos em uma guerra e vão experimentar
formas dolorosas de amadurecer e vencer as dificuldades da vida.
O que mais
gostei no livro, sem dúvida, foi da autora ter focado na perspectiva feminina por
trás da guerra. Ao lado de Vianne e Isabelle compreendemos o que é ser mulher
em um período de trevas. Vianne começa o livro como uma mulher temerosa e
reclusa, capaz de tudo – até de fingir acreditar que eles são bons – para não irritar os alemães. Ela é pacata, devota e
esperançosa, mas com o passar dos anos vai mostrando toda a sua força. E eu
amei isso; amei como a personagem luta pelos que ama e amadurece a cada pequena
queda ou vitória. Através dela vemos como foi doloroso para muitas mulheres o
fato de ter que deixar o marido partir, ter que cuidar sozinhas dos filhos, ter
que enfrentar filas longas de racionamento de comida (para voltar para casa com
nada mais do que restos), e ter que aguentar os olhares enojadores de cobiça de
homens fardados mas desrespeitosos. Emocionei-me demais com a jornada dessa
protagonista, ao mesmo tempo em que cresci com ela ao longo da leitura – uma parte
de mim é exatamente como Vianne e evita qualquer tipo de conflito, portanto foi
tocante me ver e crescer, a cada pequeno ato de rebeldia, com ela. Já Isabelle é
o tipo de personagem que surpreende do início ao fim. Ela é forte, determinada,
rebelde, inteligente e, em um período em que as mulheres não eram notadas, fez
de tudo para provar seu valor. Isabelle salva vidas colocando sua vida em
risco, e isso é extremamente inspirador. Durante a leitura só conseguia pensar
na força que ela teve para enfrentar o controle alemão e no quanto sofreu por
causa disso. A jornada dessa jovem acabou com meu coração. Demorei para aceitar
sua personalidade inconstante e muitas vezes imatura, que faz de tudo – sem pensar
nas consequências – para provar que é mais do que um rostinho bonito. Porém,
aprendi a amar e a torcer por Isabelle, principalmente quando percebi o quanto
a guerra a faz amadurecer e sofrer. Então, resumindo: Vianne e Isabelle são personagens
incríveis. A autora trabalhou muito bem com a personalidade de cada uma, com o
papel que elas possuem na guerra, com as dores que cada uma enfrenta, com a
forma como elas sofrem por serem mulheres bonitas, e com o constante processo
de amadurecimento pelo qual elas passam. Fazia tempo que não encontrava
personagens femininas tão bem construídas.
Além de personagens
incríveis, temos romances envolventes e tocantes, um belo mistério que une
passado e presente e que instiga a curiosidade do leitor, e um cenário
maravilhosamente real. A descrição histórica da guerra está impecável. Não sou
uma especialista, mas é nítido o quanto a autora pesquisou para tornar o livro
real – e exatamente por isso, emocionante e cruel. Chorei com a trajetória das
protagonistas, chorei com as reflexões geradas pela leitura, e chorei cada vez
que me dava conta de que essa trama é baseada em fatos reais, em relatos de
homens e mulheres que sobreviveram a um dos momentos mais dolorosos da história
mundial. Meu coração quase não aguentou a dor de saber que durante a guerra muitas pessoas morreram por serem
diferentes, por passarem fome, por expressarem sua fé, por lutarem pelo
próximo, ou por simplesmente serem mulheres. Todos nós achamos que sabemos o
quão horripilante a segunda guerra mundial foi, mas são livros como O Rouxinol que nos fazem experimentar
esse horror e rezar pela alma de todos os envolvidos nessa barbárie (gostaria
ter uma palavra melhor para expressar o que é uma guerra, mas sinceramente não
a tenho).
A única coisa
que me incomodou no livro foi a lentidão da narrativa – mas mesmo isso não é um
ponto negativo. A obra é densa, repleta de idas e vindas, mistérios e segredos,
e momentos cruéis e de pura tensão. Portanto, O Rouxinol não é um livro fácil e rápido de ler, mas o ponto é que as
reflexões e emoções por trás da obra fazem cada minuto de leitura valer a pena.
Para quem gosta de livros emocionantes, tocantes e repletos de valiosos
ensinamentos, O Rouxinol é uma
leitura obrigatória.
Beijos,


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32 Comentários

  • Anônimo
    07 dezembro, 2016

    Oi Pah! Muito obrigada por responder!! Me desculpe pela demora, nem lembro se tive muita esperança de alguém responder. Ah, poxa, queria que o livro dissesse isso com exatidão. Para mim a fé é uma das coisas mais importantes ♡. Obrigada, beijos e fique com Deus!

  • Anônimo
    31 outubro, 2016

    Só li uma parte desse livro. Alguém pode me dizer se ela (Vianne) recupera a fé em Deus?

    • Paola Aleksandra
      Paola Aleksandra
      01 novembro, 2016

      Ela muda e amadurece muito. Não lembra exatamente como fica a fé dela, mas tenho certeza que ela volta a confiar nas pessoas – só demora para acontecer.

  • suzana cariri
    26 fevereiro, 2016

    Oi!
    Ainda não li nada da Kristin Hannah mas fiquei curiosa sobre esse livro achei o contexto historia bem interessante e gostei de termos a visão de duas mulher tão diferente e com propósitos tão diferente diante daquela guerra !

  • Edu Aranha
    25 fevereiro, 2016

    Já estava com vontade de ler este livro e fiquei ainda mais depois de ler esta resenha 🙂

  • Cassiana Ollmann
    21 fevereiro, 2016

    Nossa, que resenha!! Fquei super tocada e curiosa! Certamente a historia é linda, mas confesso, acho que não estou pronta para ler esse livro ainda… Vou colocar na minha listinha, quem sabe um dia quando eu estiver pronta, eu leio! Obrigada pela resenha! Foi tocante!!
    Beijos

  • Leticia Golz
    21 fevereiro, 2016

    Oi, Pah
    Muitas coisas me atraem nesse livro. Primeiramente por a escrita da autora ser realmente bem elogiada, depois porque tem como plano de fundo a Segunda Guerra Mundial. Deve ser mesmo uma leitura intensa com a visão feminina diante desse cenário.
    Acredito que a leitura pode ter sido um pouco devagar, pois geralmente quando tem a Segunda Guerra ela tende a ser assim (digo isso pelos livros que li do assunto).
    Adorei a resenha e certamente vou querer ler.

  • Bianca Viegas
    19 fevereiro, 2016

    Olá!
    Essa foi a primeira resenha que li sobre o livro e fiquei bastante interessada em ler.
    A história parece bonita, mas ao mesmo tempo é triste. Gosto de História e achei legal o livro ter elementos reais. Fiquei curiosa para saber mais sobre a história do livro, seus personagens e também qual irmã narra a história no presente.

  • Jessica Lisboa
    17 fevereiro, 2016

    EU.QUERO! Gente nem li o livro e já estou com lágrimas nos olhos! Preciso ler esse li o quanto antes, é emocionante sem sobra de duvidas!

  • Paloma Monteiro
    16 fevereiro, 2016

    Paola vc já leu " A garota que vc deixou para trás "? Acabei de ler esse livro da Jojo Moyes e através dessa sua resenha vi muitas coisas em comuns entre elas, histórias dividas em dois tempos, as duas abordaram sobre a guerra (no da Jojo é a primeira guerra mundial), as duas falam dos alemães ocupando a França, as protagonistas tem q conviver com um alemão em casa… e senti muita coisa que vc sentiu ao ler o livro da Jojo, mesmo com tanta similaridade pretendo ler esse livro..não agora pois ainda estou me recuperando rsrrs

  • Veronica Vieira
    16 fevereiro, 2016

    Ja tinha vista boas criticas desse livro, mas acho uma carga bem grande e ainda não estou preparada, li " Toda luz que não podemos ver", que também passa na época de guerra então ainda não estou preparada para ler outro.

  • Rayane Colombo Gomes
    15 fevereiro, 2016

    ouvi falar mto bem deste livro.. porem acho que ficaria mto apreensiva e triste por se tratar do periodo segunda guerra. e acho que o livro eh triste.. nao conheço a autora porem pretendo ler outros dela.. obrigada pela dica

  • Maria Fernanda Medeiros
    15 fevereiro, 2016

    Desde que li as críticas de que este livro era "Kristin Hannah em seu melhor" tive a certeza de que tinha que ler O Rouxinol. Não sabia absolutamente nada do enredo e agora, com a resenha, só me deu ainda mais certeza. Não tenho dúvidas de que este entrará no meu próximo carrinho de compras!!! Em primeiro lugar no Top 5 Livro que Preciso Comprar.

  • Rhoana Lersch
    15 fevereiro, 2016

    Oi Pah! Não li nenhum livro da Kristin ainda, mas já vi comentários muito positivos sobre vários livros dela. Coloquei esse na listinha de desejados agora já, parece ser muito interessante por mesclar o papel da mulher e as dificuldades em exercê-lo em períodos complicados, sem contar que amo livros que se passam na SGM, então certamente preciso lê-lo e espero gostar. Adorei a resenha, muito rica! Beijos

  • Micheli Pegoraro
    13 fevereiro, 2016

    Olá Pah,
    Eu sou suspeita pra falar da Kristin Hannah, amo demais a escrita da autora, pois adoro ler livros com histórias intensas e tocantes. Quando vi que O Rouxinol tinha como cenário a Segunda Guerra Mundial fiquei ao mesmo tempo ansiosa e apreensiva, pois conhecendo a escrita da autora já sabia que vinha mais um livro pra abalar meu estado emocional.
    Já li 3 livros da autora e recomendo muito a leitura. O livro Jardim de Inverno também tem uma narrativa intercalada entre o presente de uma das personagens e o passado durante a Segunda Guerra Mundial em Leningrado, gente que livro mais tocante! Foi meu primeiro contando com a Kristin e fiquei chocada, com uma boa ressaca literária. Já Quando você Voltar é na guerra do Iraque, com a mesma intensidade característica da autora e, O Caminho para Casa é tão envolvente, me envolvi demais com a protagonista, uma história tocante de perdão, superação e amor. Espero poder ler O Rouxinol o quanto antes.
    Beijos

  • Beatriz Faccini
    13 fevereiro, 2016

    Adoro livros que abordam a 2a Guerra Mundial, e eu com certeza lerei esse livro, pois é escrito da perspectiva de mulheres. Sua resenha foi bem detalhada e me ajudou a ver que o livro parece ser muito bom. Preciso ler alguma coisa emocionante, que me faça chorar rsrss.

  • Theresa Cavalcanti
    13 fevereiro, 2016

    Estou louca para ler esse livro, desde o dia em que lançou. Amo livros com essa pegada de momentos histórico e tudo o mais. E depois dessa resenha, só aumentou minha vontade.

  • Ketriely Barcelos
    13 fevereiro, 2016

    Já tinha ficado curiosa sobre o livro, por causa de um marcador que minha irmã pegou na livraria, mas com a sua resenha fiquei mais ainda, parece ser um livro bem tenso, e adoro suas resenhas, pois você sabe instigar o leitor a ler sem revelar spoilers!

  • Dan Igor
    13 fevereiro, 2016

    Amo histórias reflexivas e cheias de mensagem, e O Rouxinol parece ter tudo isso e ainda muito mais de bom. O ambiente do livro, os personagens, enfim, acho que vou gostar bastante. Abraços 🙂

  • Lara Cardoso
    13 fevereiro, 2016

    Olá!
    Quando vi esse livro nos lançamentos do skoob, não esperava por uma drama tão forte assim, livro encantador, e com essa resenha amável, o livro ficou mais encantado.

  • Sandra
    13 fevereiro, 2016

    Aprecio livros que relatam dramas vividos na realidade. Tenho muita vontade de ler este livro, pois todas as resenhas lidas me instigaram à leitura."… Meu coração quase não aguentou a dor de saber que durante a guerra muitas pessoas morreram por serem diferentes, por passarem fome, por expressarem sua fé, por lutarem pelo próximo, ou por simplesmente serem mulheres…"

  • Denise Crivelli
    13 fevereiro, 2016

    Oi
    o enredo parece ser bem reflexivo e é bom saber que não é um livro fácil de ler e sim complexo, mas mesmo assim tenho curiosidade em ler e esse é o único livro da autora que vi divulgarem.

  • Renata Bonasio
    12 fevereiro, 2016

    Esse livro se tornou um dos meus preferidos da vida! Chorei muito durante a leitura. Me tocou demais a força dessas duas mulheres!!!

    http://amo-os-livros.blogspot.com.br

  • Jesica Duarte
    12 fevereiro, 2016

    Já vi esse livro por ai e sempre quis saber sobre o quê ele falava, li a resenha e to apaixonada por esse livro. Vejo que durante a guerra essa duas personagens cresceram muito, sofreram, mas amadureceram e isso que importa.

  • Cristiane Dornelas
    12 fevereiro, 2016

    Livros com guerra sempre me deixam animada para ler. Sei que vai ser emocional ou ao menos vai ensinar alguma coisa a mais sobre o assunto. E esse une as duas coisas, é bem feito pelo visto e outro da autora que arranca lágrimas e mexe com quem lê. Estou ansiosa para conferir, gosto muito dos trabalhos dela e esse livro foi um que já soube que iria amar assim que lançaram. A trama é difícil, é um tema que mexe com nosso emocional e envolve o leitor, faz imaginar e refletir. Louca pra ler também.

  • Aciclea vieira
    12 fevereiro, 2016

    Paola,sou apaixonada por livros cujo tema é a Segunda Guerra Mundial e todo o universo nela inserido.Gostei muito de saber que são duas protagonistas lutando pelo que amam e acreditam,seus ideais. Isabelle e Vianne. Fiquei muito feliz de saber que a narrativa é intercalada entre presente e passado.Estou muito curiosa para sabe qual delas sobrevive,isso é bem instigante.Realmente as duas sofrem horrores,amei saber que em meio a trama temos romances envolventes e tocantes.Amei saber que a descrição da Guerra está impecável.Amo livros com valiosos ensinamentos.Beijos!!!

  • Fernanda Martins
    12 fevereiro, 2016

    Oi Paola, lendo a sinopse e a resenha o livro não me chamou a atenção, não é o tipo de gênero literário que eu costumo ler mas como sempre sua resenha está incrivel bjs.

  • Olá Paola,

    Li algumas resenhas desse livro e foram bem positivas e já coloquei na minha lista de desejados, a história parece muito bonita e tenho certeza que vou gostar…ótima resenha…..bjs.

    devoradordeletras.blogspot.com.br

  • Potato Purple Blog
    12 fevereiro, 2016

    Oi, confesso que quando vi a capa e li o título não sei nada e julguei o livro pela capa, pensei "nunca vou ler, odeio gêneros assim" e coisas do tipo. Mas estava incrivelmente errada, eu odeio história e coisas de guerras, mas esse livro me chamou muita a atenção, principalmente a personagem Isabelle, meio que me identifiquei com ela.
    Ainda não conhecia eu livro, mas já coloquei ele na minha lista do Skoob. Adorei a resenha. Beijos.

    potato-purple.blogspot.com
    youtube.com/potatopurpleblog

  • Crika Regina
    11 fevereiro, 2016

    Oi Pah!
    Olha, não duvido que o livro seja muito bom como vc relatou na resenha, mostrando a luta das 2 mulheres, mas confesso que não tenho muito interesse quando o assunto é guerra, mesmo quando se trata de filmes. Eu não gosto mesmo, não tem jeito. E ainda por cima a narrativa é meio lenta, então tenho certeza de que não me adaptaria. Esse livro eu vou deixar passar, rs.

  • SARA CARVALHO
    11 fevereiro, 2016

    Parece ser uma história lindaa!! To doida pra ler!! Ta na minha lista agora !!

  • Giovanna Giroldo Sant'ana
    11 fevereiro, 2016

    Ganhei esse livro de natal e será a minha próxima leitura (no momento estou lendo Just Listen), mas saber que você gostou do livro me deixa mais ansiosa ainda. O fato do cenário dele ser na segunda guerra e por isso ser uma narrativa mais intensa só me faz querer mais o livro! Estou em uma fase de querer livros assim, então mal posso esperar para começar…