Newsletter

assine a newsletter!

E receba a notificação de novos posts por e-mail




Oi, galera! Tudo bem? Desde que terminei meu livro voltei a ter tempo para tudo o que amo: passear, ouvir música, ler e assistir bons filmes ou séries de TV. Contudo, escrever me deixou de ressaca literária (ultimamente está bem difícil encontrar livros que me prendam logo de início), então voltei meu tempo livre para a Netflix

Tenho assistido muita coisa bacana, por isso, resolvi criar um espaço aqui no LeF para compartilhar as séries e filmes que viraram minhas queridinhas – ou não – no último mês. Espero que gostem!

Então vamos conferir o que assisti em fevereiro?

Anne With na E (Anne de Green Gables)
Já tinha começado a série ano passado, quando fiz a leitura do livro (falo mais dele aqui!). Mas com a correria da rotina de escrita precisei pausá-la – o que foi uma pena, porque a trama é maravilhosa.

A adaptação narra à história da pequena Anne. A jovem órfã já viveu em algumas casas adotivas, como babá ou auxiliar de serviços gerais, mas nunca teve um lar para chamar de seu. E agora, depois de anos de espera, o sonho virou realidade! Ela é adotada por engano por dois irmãos que procuram um jovem menino para ajudá-los nas tarefas da fazenda. Porém, quando Anne aparece – sardenta e faladeira – eles se apaixonam por seu espírito alegre e bondoso.

Apesar de a protagonista ser divertida e contagiante, a trama traz temas importantes e mega emocionantes: adoção, preconceito, disparidade social e lares adotivos que maltratam e abusam de nossas crianças.

A primeira temporada conta com sete episódios. Vi todos praticamente sem pausa, de tanto que me apaixonei por essa garotinha e por sua história de superação. A série, e a própria Anne, lidam com o velho “se a vida te der limões, faça uma limonada”. Então é impossível não assistir esses episódios e aprender com Anne a dar valor às pequenas coisas da vida.

Recomendo demais! E não vejo a hora da segunda temporada ser lançada (parece que será ainda no primeiro semestre desse ano).

Perfeita para Você
Fiquei apaixonada pelo trailer desse filme assim que o vi! A trama narra à história de um casal que está junto desde os seis anos de idade e que, quando estão prestes a dar o próximo passo como casar e ter um filho, descobrem que o câncer poderá roubar todos os seus sonhos.

Apavorada, Abbie decide preparar o futuro do noivo, cadastrando Sam (sem ele saber!) em aplicativos de namoro na intenção de encontrar a mulher perfeita para ele.

De cara achei premissa emocionante, real e um pouco clichê. Mas logo na primeira cena percebi que a história iria muito além. Ri, chorei e ri mais um pouco. Trata-se de um filme cruel, como o câncer é, que mostra o amor sofrendo diante da ideia do luto.

Adorei o filme, mesmo. Mas é importante dizer que ele é extremamente triste; do tipo que quando acaba deixa a sala em silêncio. Fiquei pensando um bom tempo na trama, nas verdades que ela narra com simplicidade, e nos altos e baixos da vida. Mais uma vez, eis uma história para nos fazer dar valor em cada pequena benção que recebemos.

A Duquesa
Cara, quando terminei de ver esse filme eu queria MATAR vocês! Faz um tempo que gravei um vídeo (aqui) sobre filmes para quem gosta de romances históricos ou de época e, nos comentários, muitos leitores me indicaram A Duquesa. Como fã desse universo, aproveitei o tempo livre para assisti-lo e, obviamente, chorei mais do que deveria. Claro que o filme não foi feito para emocionar, mas o fato é que ele é tão dolorosamente cruel que acabei em prantos.

A trama narra à história da jovem Georgina em meio ao século XVIII. Lady de boa família, ela atrai interesse do Duque de Devonshire e, depois de dois encontros e um bom acordo familiar, vira a nova Duquesa. A posição é repleta de vantagens: casas incríveis, viagens especiais, dinheiro e roupas maravilhosas, e a oportunidade de fazer a diferença. A Duquesa participa de jantares políticos e das mais badaladas recepções londrinas e, em todos os eventos da temporada, é notada e paparicada. Contudo, a popularidade não supre o sonho de viver um casamento com o amor. O Duque é frio e distante e a vê apenas como instrumento para gerar um herdeiro. Assim, acompanhamos a jovem enfrentando as imposições do título e de uma sociedade extremamente rígida com as mulheres.

O cenário, as vestes e a fotografia do filme são incríveis. Mas, para quem ama romances de época é triste ver que a realidade dos casamentos da nobreza era fria, triste e cruel – ou seja, totalmente diferente do que lemos nas obras desse gênero. Chorei com as decepções de Georgina e torci até o último minuto para que ela construísse seu próprio final feliz.

Além disso, para quem havia acabado de escrever a história da filha de um Duque, o filme me fez relembrar o motivo pelo qual amo tanto os romances de época. Eles romantizam e camuflam uma época em que a mulher não era nada, diante da posição dos homens e de suas regras tolas, e enchem nosso coração de esperança com finais previsíveis, dóceis e alegres.

Mas o filme é ótimo, viu? Ele só é triste e verdadeiro. E sobre isso, é bacana dizer que ele é baseado em fatos reais.

Alias Grace (Vulgo Grace)
CARACA, que série mais instigante e surpreendente! Na onda de assistir tramas históricas, resolvi dar uma chance para Alias Grace. 

A minissérie, com seis episódios, é uma adaptação do livro Vulgo Grace, da mesma autora de O Conto da Aia. E o mais bacana é que o livro é baseado em uma história real: na vida de uma das mulheres mais jovens a ser condenada a pena perpétua.  

No começo do século dezenove, Grace imigrou com a família para o Canadá. Na viagem ela perdeu a mãe e, muito nova, precisou lidar com os abusos do pai alcoólatra e o trabalho de cuidar dos irmãos mais novos. Quando atinge idade para trabalhar, ela vai servir em uma casa que mudará completamente sua vida. E, anos depois, será acusada de matar cruelmente seus patrões.  

A trama traz um médico psiquiatra sendo contratado para emitir um dossiê que comprove o fato de que Grace não é culpada pelos assassinatos. Assim, cada episódio ela e o médico se encontram – um fazendo perguntas e o outro narrando com atenção cada pequeno detalhe da sua vida que a levou até a fatídica noite do assassinato. Ou seja, tudo o que temos é o relato da acusada, e através de uma narrativa que nos deixa completamente confusos, ansiosos e curiosos.

O que mais gostei é do fato da Grace simbolizar o papel feminino da época, ainda mais para mulheres de classes inferiores. Como servente, ela sofre inúmeros tipo de abuso. E, como mulher jovem e bonita, sofre ainda mais. Sendo ela culpada ou não, aprendemos e sofremos com o relato de uma sociedade que banaliza o corpo, os sonhos e a voz da mulher. Mas, ao mesmo tempo, vibramos com a força de uma mulher que ousou enfrentar, e talvez enganar, o sistema .

Apesar de o final ser meio aberto, amei demais a trama. Fiquei louca para ler algo da autora (Margaret Atwood) e, mais uma vez, aprendi a dar valor ao fato de que hoje – por causa de mulheres como Grace – tenho direitos que antes eram exclusivos dos homens.

Gilmore Girls
Eu e o Manu costumamos escolher uma série para ver juntos. Fizemos isso até finalizar Grey’s Anatomy e Friends, e agora recomeçamos o ciclo com Gilmore Girls – que, sim, eu ainda não havia assistido. Ano passado nós chegamos a ver alguns dos primeiros episódios, mas sei lá por qual motivo, deixamos a série de lado. Mas agora já estamos na segunda temporada!

Para quem não sabe, Gilmore Girls narra a história das mulheres Gilmore. Em uma cidadezinha do interior, acompanhamos três gerações dessa família lidando com seus erros, acertos e anseios. São episódios divertidos e familiares, que falam sobre amor, perdão e amadurecimento.

Além de a trama ser divertida e envolvente, ela traz infinitas citações literárias e enlaces amorosos que sempre surpreendem o leitor. É do tipo divertido e levemente reflexivo, sabe? Uma história de gente como a gente
Vamos ver se logo eu e o Manu terminamos a segunda temporada e começamos a terceira.

50 Tons de Liberdade (Cinema)
Último filme da trilogia 50 Tons e, sem dúvida, um dos meus preferidos da franquia. A trama está mais dinâmica, misteriosa (sim, tem muito suspense por aqui, viu?!) e romântica.

Aqui temos casamento, lua de mel, conflitos típicos do casamento e tentativas de assassinato. Além de tudo isso, Anastasia dá um show do começo ao fim. Senti, assim como no livro, que a personagem amadureceu e se encontrou. Dona de sim, ela toma decisões loucas, impulsivas, dignas de respeito e, principalmente, só delas. É bacana assistir uma trama que mostra uma mulher que erra, mas aprende, luta e segue em frente.

A primeira metade do filme é bem sensual e apimentada. Já do meio para o final, o clima de tensão foca nas ameaças sofridas pelo casal. Adorei como as coisas acontecem em um ritmo bacana, mantendo nossa curiosidade, e como o final é exatamente como gostaria que fosse.


Fiquem até a cena bônus, viu? E apreciem as músicas, os cenários e as roupas incríveis da Anastasia!


E aí, vi muita coisa boa, não é mesmo? Já assistiram alguma dessas? Gostaram?

Se tiverem alguma dica bacana de série ou filme no Netflix, por favor, deixem nos comentários. Eu vou amar!

Beijos


Comentários via Facebook

10 comentários:

  1. "Alias Grace" foi a série que mais me intrigou e mais me deixou confusa em toda a vida, amei e também super recomendo kkk Aaaa minhas Queridinhas Gilmore, se quiser mais alguém para cv sobre a serie é só chamar! É o tipo de série gostosinha que serve pra ser assistida em qualquer momento, foi duro me despedir delas com aquele final de "Um ano para recordar"...Bjs, Pah!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Né? A série também me deixou LOUQUINHA!! Vou chamar sim, espera só eu terminar hahahaha
      Beijos lindona

      Excluir
  2. Paaaah eu amei demais essa novo post. Faz a gente se senti mais pertos de você, eu amooo grace ia falar para você assistir a esqueci, ASSISTE SCORPION, não sei se é o seu tipo, Mas gosto tantoooo, beijos saudades ❤

    ResponderExcluir
  3. Paola você viu a próxima novela da Globo, orgulho e paixão? Será inspirada em orgulho e preconceito, com direito a Darcy e ElisabetA! Estou pirando, comente sobre isto, por favoooor..

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Vou fazer um post sobre isso, pode deixar! Eu estou bem animada ♥

      Excluir
  4. Assista "THIS IS US", lindo, sensível, real, cruel, fantástico!!! Você vai amar, tenho certeza..

    ResponderExcluir
  5. Pah, amei tanto Anne With na E, ela é demais!
    Ainda quero ver Alias Grace, mas tá faltando é tempo para fazer tudo que eu quero rs. Adorei saber que é bom!
    Lembro que comentei do filme A duquesa naquele vídeo, mas até hoje não assisti. Você assistiu na Netflix?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Le! Sim, vi ele na Netflix. É demais, só triste. Se assistir, depois me diz o que achou :)

      Beijos

      Excluir
  6. AnnE é perfeito <3
    Você assiste e quando termina dá uma saudade tremenda, impossivel não amar aquela menina. Estou louca pra ler o livro, mas queria que tivessem todos traduzidos aqui no Brasil, espero que agora as editoras tragam os outros livros.

    ResponderExcluir

Resenhas

© Livros e Fuxicos • Por Paola Aleksandra – Desenvolvimento com por Subir