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abril 23, 2021

Feliz dia mundial do livro (e os sonhos de uma leitora)

Hoje é o dia mundial do livro: um dia para pensarmos no poder que as histórias têm de mudar vidas e transformar corações.

“Dia Mundial do Livro é uma data escolhida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para celebrar o livro, incentivar a leitura, homenagear autores e refletir sobre seus direitos legais. Essa data foi escolhida em tributo aos escritores Miguel de Cervantes, Inca Garcilaso de la Vega e William Shakespeare, que morreram em 23 de abril de 1616”. (Fonte)

Hoje quero agradecer a cada livro lido pela oportunidade de aprender algo novo – seja uma palavra, uma cidade ou até uma referência musical – e de mergulhar em um misto de emoções que me permitiram crescer e descobrir meus verdadeiros sonhos.

Os livros trouxeram infinitas conquistas para a minha vida profissional, assim como uniram meu caminho ao de pessoas especiais que são tão apaixonadas pela literatura quanto eu. Porque ler é isso: aprender, crescer e fazer parte de uma comunidade leitora que sabe o quão valioso é o ato de mergulhar nas páginas de um livro.

Quando penso na minha trajetória como pessoa, a qual está completamente entrelaçada ao Livros e Fuxicos, sinto que meu objetivo pessoal sempre será mostrar o poder enriquecedor da leitura – seja ela de entretenimento ou não. Quero que mais pessoas se descubram leitoras, que leiam o que as façam felizes, que se dispam dos preconceitos e leiam pelo puro prazer de mergulhar em uma boa história…quero que nosso país valorize autores, editoras, professores e lute para que o livro seja um objeto acessível a todos.

Por isso, além de agradecer o dia de hoje, quero deixar um pedido: desconfie de todo governante que não enxerga no livro a capacidade de mudar o mundo ou que, em vez de lutar para tornar a literatura um bem básico de todo cidadão, decide taxar e encarecer os livros para que fique cada vez mais difícil levar os livros para todos os cantos do mundo. Livro é alimento para a alma e ninguém deveria ser obrigado a escolher entre um prato de comida e um livro. Quando fecho os olhos consigo imaginar um país justo e igualitário o suficiente para que a fome – de alimento e de palavras – seja completamente erradicada.

Nesse dia, agradeço pelo privilégio da leitura e peço por um país atento à educação, a leitura como aprendizado e entretenimento, à cultura como item básico para toda a população, e não apenas para uma parcela privilegiada.

Que o amanhã traga mais histórias ricas em alegria, romance, fantasia e muito aprendizado.

Beijos,
Pah

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